segunda-feira, 22 de junho de 2009
Fazendo um Link com o Post de alguns dias!
o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo informou hoje que entrou com ação civil pública, com pedido de liminar, para que as redes de lanchonetes McDonald's, Bob's e Burger King suspendam as promoções que casam venda de lanches com brinquedos. As redes Burger King e Bob's informaram, por meio de nota oficial, que ainda não foram notificadas pelo Ministério Público Federal e, por isso, não comentarão o assunto. O McDonald's também informou que não foi notificado, mas ressaltou que, desde parecer do MPF sobre o tema, a rede vende os brinquedos também de forma independente, "não havendo obrigatoriedade de consumir a refeição". Para o autor da ação, procurador da República Márcio Schusterschitz da Silva Araújo, os brinquedos influenciam as crianças na compra dos lanches, basicamente compostos de hambúrguer, batata frita e refrigerante, alimentos associados por especialistas ao problema da obesidade infantil. Araújo ressaltou que a estratégia de marketing utilizada por McDonald's, Bob's e Burger King nas promoções McLanche Feliz, Lanche Bkids e Trikids, respectivamente, incita o consumo e torna fiel o consumidor infantil a um produto altamente calórico. Ele disse ser contra o argumento das redes de que os pais são os únicos responsáveis pela compra ou não do lanche com o brinquedo. Conforme o Código de Defesa do Consumidor (CDC), a responsabilidade dos pais não isenta de responsabilidade o fornecedor nem faz a prática deixar de ser abusiva. Em 2006, o McDonald's firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPF para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo do TAC era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche e permitir aos pais que completassem as coleções dos filhos, independentemente da compra de lanches. A ação, contudo, independe do TAC e se baseia em outros fundamentos legais, de acordo com o MPF. A preocupação não é apenas quanto à venda casada, mas sim quanto aos efeitos sobre a infância e a saúde pública do marketing infantil das redes de fast food.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Propaganda que faz Mal????
Discutimos em sala um artigo publicado pela colunista da Folha de São Paulo Maria Inês Dolce onde questionava a publicidade de alimentos destinada as crianças.
Com relação a esse artigo, acreditamos que a publicidade no brasil já é regulamentada e a publicidade dirigida as crianças é ainda mais rigorosa, não havendo necessidade de mais regulamentções e sim de mais fiscalizações desse orgãos.
Observamos também que como são produtos lícitos a proibição da divulgação fere os seus Direitos de anunciante, sendo que, o que se deve ser usado é o bom senso na hora de criar e veicular essas campanhas.
Esse produtos como salgadinhos e refrigerantes fazem parte da infância, mas depende dos pais controlar o consumo de seus filhos.
Temos como solução a conscientização dos pais e dos anunciantes na hora de publicar seus anuncios.
Com relação a esse artigo, acreditamos que a publicidade no brasil já é regulamentada e a publicidade dirigida as crianças é ainda mais rigorosa, não havendo necessidade de mais regulamentções e sim de mais fiscalizações desse orgãos.
Observamos também que como são produtos lícitos a proibição da divulgação fere os seus Direitos de anunciante, sendo que, o que se deve ser usado é o bom senso na hora de criar e veicular essas campanhas.
Esse produtos como salgadinhos e refrigerantes fazem parte da infância, mas depende dos pais controlar o consumo de seus filhos.
Temos como solução a conscientização dos pais e dos anunciantes na hora de publicar seus anuncios.
Alunas: Suzan Marchi, Viviane Piovezan 7ºPPAD
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